
A situação atual de Dilma Rousseff não está tão distante da situação que gerou o impeachment de Fernando Collor. Pelo menos é o que pensa Boris Fausto, um dos principais historiadores do Brasil. Ele, porém, descarta movimento parecido com o que tirou João Goulart do poder em 1964.
“A comparação com Collor é interessante porque, por muito menos, ele sofreu o impeachment. Dilma fez um esforço no sentido de controlar os piores aspectos da corrupção e dar um rumo para a Petrobras, mas o problema é que ela está metida em toda uma instituição política da qual faz parte, não obstante suas supostas e prováveis intenções”, afirmou ele à BBC Brasil.
Com voto declarado em Aécio Neves (PSDB-MG), candidato derrotado nas últimas eleições, Fausto ainda compara o escândalo da Petrobras com as acusações de corrupção da Era Vargas — que eram “apenas um laguinho se comparadas às situações atuais”, segundo ele. À época de Vargas ficou popularizado o termo “mar de lama” para falar sobre corrupção na política
Fonte: Yahoo Notícias.
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